domingo, fevereiro 2

Céu escuro

Cruzámo-nos, novamente, em respirações que seriam suficientes para preencher as nossas noites. Continuavas feérico naquela noite e eras, para mim, o melhor delas. Entre poesias esquecidas no lar adormecido, ousei pedir-te que me rasgasses a alma, pois rasgar-te-ia pedaços da tua também. 
Estranhamente, eras a minha melhor memória sob o silêncio do céu escuro. Chegámos a ser um bom remédio para aquilo que poderia ser o infinito.
E, entre palavras estagnadas, o meu corpo acabou desvanecido, deixando as tuas mãos sozinhas. Não éramos um protótipo de noite efémero, éramo-lo sim, imutavelmente.

9 comentários:

  1. Obrigada pela possibilidade que me deste de te continuar a seguir, e pelas palavras... As que deixaste no meu cantinho e estas.
    Não sei o que se passa, mas não pareço conseguir seguir-te. Sabe, porém, que vou tentar visitar ao máximo o teu espaço, porque me deslumbras com a tua escrita.

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  2. Tu é que escreves sempre bem!! Obrigada, querida, claro que vou continuar a seguir. :) *

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  3. Obrigada!
    Já sigo e adorei o texto :)

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  4. Oh obrigada querida!
    Continuarei sempre a seguir-te, és incrível.
    Adorei este texto, está mesmo bonito, além disso tens uma musica que acompanha perfeitamente o texto! Tens bom gosto :)

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  5. continuas a deliciar-me com a tua escrita e com as palavras que deixas no meu cantinho. obrigada por tudo. e sim voltei, voltei a escrever e voltei para o meu blog !
    és um doce, bom ano (atrasado)

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  6. Gostei muito muito muito do teu blog! (:

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  7. "Chegámos a ser um bom remédio para aquilo que poderia ser o infinito." tão mas tão lindo!

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