Estávamos os dois sozinhos naquelas quatro paredes singelas. As nossas respirações soavam em prosa no silêncio despido daquela noite. Beijavas porções brutas dos meus lábios, enquanto sorrias. Não havia vestígios teus, desaparecias, perdiaste por ali. Evoquei o teu nome, em melodias pausadas, e o meu pensamento bailava com a tua mente em gestos delicados. A luz do lar, banhado pelos nossos corpos, estava adormecida mais uma vez. Havia alturas em que a nossa sinfonia se notava.
Estavas feérico naquela noite, como em tantas outras. Observámos o céu anoitecido e anoitecemos juntos, também.
Estavas feérico naquela noite, como em tantas outras. Observámos o céu anoitecido e anoitecemos juntos, também.
p-e-r-f-e-i-t-o! simples, profundo.
ResponderEliminarque texto bonito!
ResponderEliminarMeu Deus, que texto tão bonito! *.*
ResponderEliminarQue maravilhoso... Como me dá a sensação de viver mil vidas sem encontrar o que descreves, mas tendo-o já encontrado em alguma, porque as tuas palavras se transformam em visões!
ResponderEliminarAdorei, completamente.
ResponderEliminarObrigada pelas palavras, é bom saber que alguém aprecia os devaneios da minha mente...
ResponderEliminarNão precisas de agradecer, fui sincera. Aprecio ler-te.
Magnifico texto! Vou seguir
ResponderEliminarAs tuas palavras são tão genuínas Filipa! Perco-me nos teus textos * És brilhante
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